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Qualidade de vida, qualidade nos negócios
Texto: Marcelo JB Resende e Lana Sassaki
Fotos (exceto as creditadas): Marcelo JB Resende
Uma cidade imaginada e tecida em meio
às suaves montanhas centrais de Minas Gerais. A
importação de projetos arquitetônicos franceses
na virada para o séc.XX, somada à modernidade
de Niemeyer da década de 1940, marcaram o
nascimento de uma nova concepção urbanística
no Brasil. Jovial e tradicional, aristocrática
e popular, clássica e moderna... Assim é a
capital, cuja qualidade de vida é exemplo
reconhecido inclusive pela ONU.

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Belo Horizonte seduz turistas
com seu exuberante cenário e enorme potencial para
a cultura e negócios. Sedia eventos de importância internacional,
destacando-se como um dos maiores centros
industriais da América Latina. A sólida
tradição cultural da cidade também a transforma em
um interessante centro catalisador das artes. Em
Belo Horizonte lazer e negócios estão na medida certa.
Conhecida pelo potencial - seu parque produtivo é o quinto maior da América do Sul -,
a capital de Minas Gerais se destaca na indústria
automobilística e de autopeças, siderurgia,
eletrônica e construção civil. A capacidade instalada pelo setor industrial, aliada às ótimas
condições de segurança e conforto, atraem participantes
e promotores de grandes eventos empresariais.
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Mas o terceiro centro industrial do país
não atrai turistas somente a negócios. O lazer, a
cultura e o espírito mineiro se abraçam e pulsam na
capital. Não é para menos: a cidade está
estrategicamente localizada na porção central
do Estado. O clima agradável, belas paisagens,
a arquitetura eclética e a proximidade com
importantes cidades turísticas mineiras
completam o amplo mosaico oferecido. Ouro
Preto, Mariana, Sabará, Congonhas e Caeté
dão uma idéia de quão rico pode ser um
passeio a Belo Horizonte.
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História, folclore e tradições
mineiras à parte, Belo Horizonte criou também
uma identidade própria, cosmopolita e rica
em alternativas de lazer, dignas de uma metrópole. Considerada a cidade brasileira com maior número de
bares por habitante, sua noite oferece opções para
os mais variados estilos, seja a badalação ou a gastronomia de qualidade internacional. O grande número de festivais
de dança, teatro, circo, além das freqüentes exposições,
transformam Beagá, como é chamada por seus moradores,
em um coquetel cultural. Desista de desvendá-la totalmente em uma única visita. É preciso voltar, voltar, voltar sempre à Belo Horizonte!
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Os engenheiros responsáveis pelo projeto da cidade
previam que, ao completar 100 anos, Belo Horizonte teria
uma população de 200 mil habitantes. Hoje, passado
o centenário de sua fundação, Beagá possui mais de dois milhões.
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