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"O pessoal do Rio e São Paulo
vem aqui e fica doido. é um sossego de tranquilidade",
diz Paulinho, o motorista que nos guiou pelos caminhos de
Itamonte, sul de Minas. Pleonasmos À parte, ele tem
razão. A cidade é um primor em belezas naturais,
um rincão ainda pouco conhecido na fronteira dos
Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
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Pela estrada o visitante tem um idéia
do que virá pela frente. De repente a paisagem muda,
o trajeto fica mais sinuoso e as curvas fechadas. Os carros
passam desapressadamente... A culpa é da natureza:
a preocupação aqui, além de chegar,
é se deliciar com o passeio. Nos poucos acostamentos
dá para tirar até belas fotos da estrada (quem
diria, de uma estrada!) e encontrar uma charmosa cascata,
andando apenas uns 30 metros. Em Itamonte o visitante tem
o prazer de descobrir.
Escondida num vale da Serra da Mantiqueira, Itamonte
guarda preciosidades para aqueles que curtem a natureza,
seja para a prática de esportes ou para um merecido
descanso. Os principais rios, Capivari e Aiuruoca, junto
com outros coadjuvantes não menos belos, descem as
montanhas em corredeiras e cachoeiras cinematográficas.
Todas convidam a um refrescante banho nas abundantes e cristalinas
águas da região.
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Poucos lugares tão perto do eixo Rio - São
Paulo - Belo Horizonte podem reservar tantas surpresas não
exploradas quanto Itamonte. Os visitantes que estão chegando
confirmam a vocação turística da cidade, qualificada pela
Embratur como Município com Potencial Turístico. Itamonte
faz parte do Circuito "Terras Altas da Mantiqueira", que reúne
mais oito municípios da região (Itanhandu, Alagoa, Passa Quatro,
São Sebastião do Rio Verde, Virgínia, Pouso
Alto, Marmelópolis e Delfim Moreira). Alguns privilegiados já descobriram suas paisagens
e encontraram aquilo que o Paulinho definiu muito bem: "Itamonte
é um sossego de tranqüilidade".
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