Como é lógico supor, Juiz de Fora no
início era só mato, uma quase tapera (lugar abandonado,
em tupi-guarani). Foi na Tapera Baixa, aliás, onde estão
hoje os bairros Santa Terezinha e Bonfim, que nasceu a cidade. O
local serviu para a fundação do povoado da Rocinha
pelo bandeirante Garcia Rodrigues Paes.
Os caminhos se cruzaram e desenharam a história
e o destino de Juiz de Fora. Tudo começou com o Caminho Novo,
que tornou mais rápida a comunicação entre
as minas de ouro e o porto do Rio de Janeiro. Em 1835 um engenheiro
alemão, Henrique Halfeld, construiu a Estrada do Paraibuna,
que fazia parte de um projeto muito mais amplo que pretendia ligar
Vila Rica (atual Ouro Preto) ao Rio de Janeiro. Esta estrada desempenhou
um importante papel no desenvolvimento da cidade. Por ela passa
hoje a Avenida Rio Branco, a principal de Juiz de Fora. Halfeld
é considerado, por estes e outros feitos, um de seus fundadores.
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Em 1861 é inaugurada, com a presença
do Imperador D. Pedro II, a estrada União e Indústria,
considerada uma das mais modernas do mundo na época.
O percurso, de 144 Km, ligava Juiz de Fora a Petrópolis
e servia para escoar a produção de café.
Foi o café aliás que patrocinou muito do pioneirismo
dos homens de Juiz de Fora. De pequena a cidade foi conduzida
ao título de mais importante do estado, condição
que ostentou por uns 40 anos.
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Atualmente a rodovia BR040 faz de Juiz de Fora uma das
grandes porteiras de Minas. Esta bela cidade, quase na fronteira
com o Estado do Rio de Janeiro, é por si só uma excelente
saudação a todos aqueles que procuram a aventura que
é conhecer Minas Gerais.
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