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Lista de Atrações de Tiradentes:
(Clique nas fotos para ampliar)
Igrejas | Casario e
Arquitetura | Museus
Caminhadas | Imperdível
Igrejas:
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Matriz de Santo Antônio
: originou-se de uma pequena capela de madeira do tempo
dos primeiros bandeirantes, em 1702. Sua construção
definitiva começou em 1710. Vinte anos depois a igreja
já estava em funcionamento. A fachada atual é
de autoria de Aleijadinho (1810), cujo risco é considerado
seu último trabalho. é considerada um dos
mais belos templos barrocos do Brasil, com sete primorosos
altares de talha em estilo D.JoãoV. Merece destaque
o órgão rococó, de 1788. A peça
foi comprada na cidade do Porto (Portugal) e possui 630
tubos. Em frente à ela está o Relógio
de Sol (1785), que se tornou um dos símbolos da cidade.
No piso interno eram enterrados os mortos, independente
de sua classe social. é possível ver os alçapões
das sepulturas, todos numerados. A falta de espaço
dentro da igreja fez com que esta prática se estendesse
à área externa. Hoje existe um cemitério
em sua volta. é a segunda igreja do Brasil em quantidade
de ouro (482 Kg). Situa-se na Rua da Câmara.
Horário: diariamente, das 9 às 12h e das
14:30 às 17h.
Concertos no órgão de tubos de 1788
Local: Matriz de Santo Antônio
Horário: sextas (20:30h)
Ingressos: a partir de R$15,00 (sujeito a mudanças inesperadas). Reservas pelos telefones (0xx32) 3558-1238 ou 8812-8512.
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Igreja São João
Evangelista : sua construção foi iniciada
em 1760. Pertencia à Irmandade dos Homens Pardos,
composta por mulatos e compositores do período colonial.
No altar está a imagem de Santa Cecília, padroeira
dos músicos. Conta a tradição que os
inconfidentes se encontravam na casa paroquial (hoje Museu
Padre Toledo), ligada à igreja por um túnel.
Rua Padre Toledo (Largo do Sol).
Horário: de quarta a segunda-feira, das 9 às
17h.
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Igreja Nossa Senhora do
Rosário dos Pretos : construção
em granito e com ares renascentistas, considerada a estrutura
mais sólida da cidade. Substituiu a antiga capela
do início do século XVIII. A irmandade do
Rosário, que a construiu, congregava os negros nascidos
na áfrica, mesmo os que não eram mais escravos.
As pinturas no forro representam os quinze mistérios
do Rosário e foram feitas por Manoel Victor de Jesus,
que foi sepultado na igreja. é dele também
a autoria de diversas pinturas na Matriz, inclusive a da
caixa do órgão. Situa-se na Rua Direita.
Horário: de quarta a segunda-feira, das 12 às
16h.
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Igreja Nossa Senhora das
Mercês : capela em estilo rococó do
final do século XVIII. Pertencia à Irmandade
dos Pretos Crioulos, aqueles nascidos nascidos no Brasil.
Está situada no belo Largo das Mercês, entrada
do núcleo mais antigo da cidade. O interior é
bem decorado, com teto da nave ilustrado com a Virgem das
Mercês entre nuvens, anjos e santos.
Largo das Mercês.
Horário: domingo, das 9 às 17h.
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Santuário da Santíssima
Trindade : a igreja guarda imponente imagem de Deus-Pai
(tamanho natural), trajado à maneira de um Papa da
idade média, único exemplar do Brasil. Surgiu
no local onde existia uma antiga capela. Lá o alferes
Tiradentes rezava e se inspirou no símbolo da Santíssima
Trindade, da qual era devoto, para compor a bandeira da
nação. Esta capela foi erguida por volta de
1776 pelo ermitão Antônio Fraga, que morreu
em 1793 com fama de santo e não chegou a vê-la
terminada. A fama se estendeu ao Santuário. Hoje
é possível ver, em uma sala anexa, os milagres
atribuídos pelos devotos à Santíssima
Trindade.
Rua Santíssima Trindade.
Horário: diariamente, das 8 às 17h.
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Igreja de Bom Jesus da Pobreza
: charmosa e simples igrejinha que contém em seu
interior magnífica imagem de Jesus Agonizante. O local abriga
também exposições de arte.
Largo das Forras 8.
Horário: de quinta a domingo, das 12 às 17h.
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Capela de Santo Antônio
do Canjica : situa-se no núcleo urbano mais
antigo da cidade. Deve esse nome ao fato de terem sido encontradas
ali pepitas de ouro do tamanho de um grão de milho
de canjica.
Rua Francisco Pereira de Morais, 273.
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Igreja São Francisco
de Paula : construída em meados do século
XVIII, com sineiras em sua fachada. Situada no alto de uma
colina, é de lá que se tem a melhor panorâmica
do sítio urbano da cidade. Próxima à rodoviária.
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Casario e arquitetura:
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Casa da Câmara
: belo exemplar da arquitetura setecentista, possuindo uma
ampla varanda construída posteriormente, com arcadas
e colunas de madeira e pedra em estilo espanhol. Nela se
destaca um brasão em tarja rococó. A casa
sediou as reuniões da Câmara a partir de 1718
e serviu para recepções aos imperadores e
governadores que visitavam a cidade. O Fórum lá
funcionou de 1890 a 1938.
Rua da Câmara.
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Sobrado Ramalho
: é o mais antigo sobrado da cidade, situado no local
conhecido como "Quatro Cantos". Atualmente é
sede do Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional, a Sociedade de Amigos de Tiradentes,
o Instituto Histórico da cidade e a Sociedade Orquestra
e Banda Ramalho, esta última com uma tradição
de mais de cem anos.
Rua da Câmara.
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Ponte de Pedra : com
duas arcadas romanas, belo exemplar da arquitetura colonial
do início do século XVIII. Construída pelo
bandeirante João de Siqueira Afonso (fundador da
cidade) para dar acesso ao logradouro Santo Antônio
do Canjica, lugar onde havia uma mina de ouro. Atravessa
do ribeirão Santo Antônio e dá acesso
ao Largo das Forras.
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Prédio da Prefeitura
: imponente construção de 3 andares do final
do século XVIII. Situa-se no Largo das Forras. é
lá que funciona o Departamento Municipal de Turismo
e os Correios.
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Chafariz de São José
de Botas : o mais belo chafariz das Minas Gerais,
único com oratório e santo (imagem de São
José em terracota do século XVIII). Existe
um brasão de armas de Portugal no centro de sua fachada.
Data de 1749 foi a principal fonte de água da cidade
durante muitos anos.
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Passos : construções
comuns nas cidades antigas, remonta a uma velha tradição
portuguesa (idade média). São seis espalhados
pela cidade e começaram a ser construídos
em 1719. Usados em procissões como a do Encontro
e a do Fogaréu, que abrem a Semana Santa. O situado
no Largo do Sol é um dos mais bonitos do estado,
ilustrado com pinturas de Manuel Victor de Jesus.
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Museus:
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Padre Toledo : casa
paroquial onde morou o líder dos inconfidentes na
região do Rio das Mortes, padre Carlos Correia Toledo
e Melo. O casarão tem 16 cômodos, dez deles
com forros pintados, destacando o "Cinco Sentidos". Em 1788
o local testemunhou a festa de batizado de dois filhos de
Bárbara Heliodora e Alvarenga Peixoto. Entre os convidados,
além da elite da região, estava presente o
poeta Tomás Antônio Gonzaga, um dos mais importantes
integrantes da inconfidência. O batizado serviu para
a primeira reunião dos inconfidentes, onde se falou
abertamente em libertar o Brasil de Portugal. Hoje o museu
abriga peças de mobiliário e pinturas do Mestre Ataíde.
Rua Padre Toledo.
Horário: de quarta à segunda, das 9 às
17h.
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Tancredo Neves (Arte Sacra)
: funciona no prédio da antiga cadeia pública.
A construção primitiva foi destruída
por um incêndio na primeira metade do século
XIX. Sua estrutura é sólida, com janelas
de cantaria protegidas por pesadas grades. O local foi restaurado
recentemente e abriga museu de arte sacra.
Rua Direita (em frente à Igreja do Rosário).
Horário: de quarta à segunda, das 12 às
16h.
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Casa da Cultura
: construção do século XVIII. Possui
microfilmes e documentos do Arquivo da Marinha e Ultramar
(Portugal), referente ao Brasil colônia. O Centro
de Estudos abriga também ensaios de Portinari (projeto
da Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte), pintura a óleo
de Guignard, gravura do paisagista Burle Marx e poema original
do mineiro Carlos Drummond de Andrade.
Rua Padre Toledo.
Horário: de quarta à segunda, das 9 às
17h.
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Centro Cultural Yves Alves
: possui auditório para 120 pessoas e espaço
para exposições, convenções,
palestras e seminários. Abriga ainda teatro e tela
para projeção de filmes.
Rua Direita.
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Caminhadas:
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Serra de São José
: o maciço foi decretado área de Preservação
Ambiental pelo governo do estado em 1990. Em 1993 foi integrada
à Reserva da Biosfera pela Unesco. Estes dois reconhecimentos
se devem à sua importância ambiental (conserva
remanescentes de Mata Atlântica) e histórica
(foi cenário da grande corrida do ouro nos séculos
XVII e XVIII). é formada por um grande bloco de arenito
com 12 Km de extensão. Sua altitude varia de 800
a 1430 metros. Várias calçadas (caminhos antigos)
construídas por escravos cortavam a serra, sendo
que hoje pouco restou do calçamento original. Visite
a serra acompanhado de um guia local (informações
no Largo das Forras).
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Calçada dos Tropeiros
: o trajeto transpõe a serra, passando pelo córrego
e cachoeira do Mangue. Nesse ponto é possível
ver um pouco do calçamento de pedra, feito pelos
escravos. No caminho, após o Mangue, existe o resquício
de um mundéu (antiga barragem para lavagem de ouro).
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Calçada do Carteiro
: é um dos passeios mais bucólicos da região,
que proporciona uma bela vista do alto da serra. é
lá, bem no alto, que existe uma cruz. Conta a tradição
que ali teria morrido um mensageiro, que levava uma correspondência
importante. Os caminhantes costumam jogar pedras aos pés
desta cruz, com o intuito de aliviar a alma do falecido.
Acesso pelo bairro do Cascalho, passando pelo Sítio
do Ipê.
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Bosque Mãe D'água
: excelente local para quem não quer se esforçar
muito e deseja apreciar bonitas paisagens. Ao longo do trajeto
– mais ou menos meia hora de caminhada - existe um aqueduto
construído pelos escravos em 1749. Ele abastece de
água o Chafariz de São José de Botas.
Horário: quarta a domingo, das 7 às 11h e
das 12 às 16h.
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Cachoeira Bom Despacho : queda d'água
situada nas margens da estrada que liga Tiradentes a Santa
Cruz.
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Cachoeira do Mangue : pequena queda d'água
no caminho para o Balneário de águas Santas.
é acessada seguindo a Calçada dos Tropeiros,
próxima ao mangue que a batiza.
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Seguindo a linha do trem
: uma boa opção de caminhada é seguir
o trajeto da velha Estrada de Ferro Oeste de Minas. O percurso
é leve e proporciona ótimos ângulos
da Serra de São José.
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Imperdível:
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Viagem de Maria Fumaça
o trajeto é o que restou da antiga e famosa Estrada
de Ferro Oeste de Minas, inaugurada pelo D. Pedro II em
1881. A locomotiva a vapor americana é do início
do século XX e está em perfeito funcionamento.
A viagem liga mais que Tiradentes à vizinha São
João Del’Rei. Liga o presente a um passado relativamente
recente, mas que parece muito mais distante diante das grandes
mudanças que vivemos neste século. É
um passeio imperdível, 13 quilômetros de uma viagem no tempo!
Duração aproximada de meia hora. Os horários
e preços estão em "Serviços e Informações".
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